Oi gente.
O que eu venho falar aqui é mais uma fatalidade da cidade vergonhosa em que moro. Esse fato não aconteceu comigo, mas com um amigo, e eu não desejaria a ninguém algo assim.
Meu amigo voltava do centro de Fortaleza com sua filha e enquando esperavam o ôninus no terminal (que venhamos e convenhamos é um horror, filas enormes, ônibus que demoram uma década) presenciaram um bando de VAGABUNDOS vestidos com a camisa do Fluminense espancarem um homem que estava com a camisa do Ceará, pois os dois times jogariam hoje. Fluminense? Rivalidade cruel assim? Desconfio demais que não fossem bem torcedores do time carioca, mas enfim né.. Os marginais então, insatisfeitos com tamanha falta de caráter deles, começaram a partir em direção de quem estivesse vestido de alvinegro, mesmo não sendo a blusa do Ceará. Meu amigo, como assim se encontrava trajado, claro, temeu por conta de estar com sua filha e o mais inacreditável: pediu a uma moça que caso ele fosse espancado também, ficasse com a menina e ligasse para sua mãe.
Agora vocês se perguntem: e a polícia do terminal? Uns bonequinhos com cacetetes.
E a polícia armada? Ronda do paquerão, que andam em Hilux, paquerando com todo rabo de saia, e atiram na cabeça de crianças com desculpas de que "miraram no pneu e acertaram na cabeça" ou "fizeram movimento suspeito". "Polícia" que seeeeeeeeeempre chega 20 minutos depois de todo e qualquer acontecimento, que nunca resolvem NADA e quando raramente isso acontece saem na televisão dando uma de "os salvadores da pátria". Eles não sabem o significado da palavra: OBRIGAÇÃO.
Imaginem a cabeça dessa criança? Uma senhora idosa foi derrubada por esses brutamontes, quem estava de preto e branco se sentiu ameaçado e o medo invadiu o terminal.
Problema da prefeitura? Do governo? Vou te dizer o que eles consideram um problema a ser resolvido: Castelão para a Copa, pois dinheiro para saúde, não tem; Aquarium para os turistas quando os residentes da própria cidade não podem frequentar os locais públicos daqui, porque segurança não é algo que se encontra em Fortaleza;
Sabe o que um cidadão espera do governo por pagar altos impostos? Hospitais públicos com médicos e equipamentos, transportes públicos bons, segurança, ruas iluminadas, escolas públicas com professores trabalhando em período normal... Sabe o que verdadeiramente acontece? Calçadão da praia sempre reformada para a maresia comer, asfalto cheio de altos e baixos com a operação tapa buraco, que não resolve quase nada, ruas escuras, pessoas inseguras, policiais completamente destreinados, professores de greve por um longo tempo tratados como marginais e marginais com direito de imagem preservada. Ria, porque isso é uma piada, até o momento que de repente alguém de "autoridade" ler e julgar que sou também uma criminosa por não concordar com essa putaria.
http://dialogospoliticos.wordpress.com/2010/07/25/policial-do-ronda-atira-e-mata-adolescente-com-tiro-na-cabeca/
Democracia? Só se for derivação de Demônio. Isso aqui de ser bela, está além de um horizonte visível a nossos olhos. E deviam até processar quem criou esse slogan "Fortaleza Bela" porque isso sim virou uma piada de suuuuuuuuper mal gosto.
Eu encerro por aqui, mais indignada ainda. E, se caso alguém de outro estado ler isso aqui depois de ter ouvidos maravilhas sobre Fortaleza, acredite, você foi enganado. Belas praias tem em outras cidades também.
Boa noite!
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sábado, 29 de outubro de 2011
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
- Hapinness
Oiie :D
Faz um certo tempo que eu não venho aqui postar nada.. nem sobre minhas opiniões nem meus desabafos. Tudo por falta de disponibilidade mesmo.. Mas hoje.. ah! Hoje eu venho pra mais um desabafo e quem sabe um conselho para minhas amigas que de vez em quando se queixam de uma desilusãozinha..
Bom, eu sofri uma dessas desilusões há um tempo e realmente não é nada legal. Choros, promessas de que foi a última vez que me apaixonei, tentativas de mudar o meu jeito em relacionamentos, mas, puf! Eu descobri que a minha felicidade não depende de um cara.. o máximo que ele pode fazer é completar a minha vida. Cada um tem sua vida, não dá pra ficar controlando, obrigando, mandando... acho que as palavras são opinando, conversando, sugerindo.. Certo que num namoro, de vez em quando um ou outro vai renunciar de algo que gosta pra seguir o parceiro(a), mas nada que chegue a abdicar sua vida pra viver a dele.. Foi o que eu aprendi. Outra coisa, #tempo. Isso é muuuuuuuuuuuito clichê: "ah, mas nada como o tempo..". Tempo esse que 1 minuto parece uma eternidade pra quem gosta. Mas aí que entra o que eu falei acima: viva sua vida. Recupere tudo que abdicou quando errou em deixar sua vida pela dele. De repente, de fazendo o que se gosta o tempo flui, flores brotam! hahahahaha :)
Aconteceu comigo... não sei ao certo o motivo exato pelo qual ele quis voltar. Talvez por eu ser linda, maravilhosa, inteligente, absurdamente companheira e carinhosa. (não, não me acho, eu sou.) Mas a verdade é que quando menos se espera, tudo aquilo que você mais espera acontece. Uns chamam de fé, outros de destino, outros nem ao menos sabem diferenciar, como eu, mas apenas acreditam que um dia acontece. E quando as coisas voltam, voltam mais maduras, mais interessantes por conta dos dois saberem como é ter e não ter a pessoa amada.. Uma mágoa não pode ser maior que um sentimento bom. E eu me permiti ser feliz, outra vez. Há quem diga que reatar namoro não vale a pena. Já eu acredito que, como o casal já se conhece, já sabe onde errou, já sabe os pontos fortes e fracos de cada, porque não daria certo? As vezes, sem hipocrisia, bate uma insegurança, porque né.. mas nada que aquele famoso tempo venha te provar que não precisa se sentir volúvel, afinal eu pude sobreviver a um término porque eu sou forte e porque a minha felicidade não depende de ninguém além de mim! Pareço fria, mas a verdade é que me encontro completamente apaixonada outra vez... ♥ Meu sorriso se tornou mais intenso e ele é muito importante pra mim. Quando ele tá perto me descontrai, me faz carinho, me olha de um jeito que ninguém conseguiu fazer.. Quando ele tá longe, ocupa algumas horas dos meus dias, durante minhas atividades, em forma de pensamento, uma lembrança do sorriso dele, da voz dele me chamando de momô. É um sentimento diferente do amor desesperado e doente que eu sentia, é algo mais saudável, maduro e fofo *-* Claro que eu ainda tenho um quê de romântica apaixonada, mas tudo sob controle. Talvez um medinho básico de admitir tudo que vou sentindo, a intensidade com que cresce e se torna um sentimento agressivo, forte, brutal, mas bom, vai se purificando e começando a existir.. talvez também esperando que a recíproca seja verdadeira e cresça gradativamente com o meu coração, bobo e apaixonado, digno de conforto e aconchego, que só nos braços dele, consigo encontrar.
Então, por mais que doa, por mais que machuque o melhor é pensar muito no que se quer acreditar. Por mais que demore, vem. E demora o tempo suficiente pra se aprender com os erros do passado. Daí decida-se: ou se dispõe a perdoar quando a hora H chegar ou se dispõe a esquecer e quando tudo tomar um rumo pra que aconteça novamente, saber dizer um não. O importante é ser feliz, não deixar que sentimentos sejam maiores que a razão, basta não complicar. E pras minhas amigas que andam visitando umas fossas, paciência, calma, força e muuuuuuita distração. Levar a vida como se a pessoa não tivesse existido até ajuda, cês viveram muito mais tempo sem eles que com eles! Aí é só acreditar que uma hora sua felicidade se completa, aparece um outro alguém mais interessante ou a mesma pessoa, mais madura, e tudo se ajeita.
"Tudo volta! E voltam mais bonitas, mais maduras, voltam quando tem de voltar, voltam quando é pra ser.” (Caio Fernando Abreu)
Eu, May, tô muito feliz. Não vou dizer completamente, mas luto dia-a-dia pra ser. Vou me despedindo porque o espírito de psicóloga que baixou em mim já está deixando meu corpo e eu preciso ir patinar! Voltarei em breve postar mais vezes sobre os mais variados assuntos. O blog é meu, faço dele o que bem entender, né?!
Beijos e me twittem ;*
Faz um certo tempo que eu não venho aqui postar nada.. nem sobre minhas opiniões nem meus desabafos. Tudo por falta de disponibilidade mesmo.. Mas hoje.. ah! Hoje eu venho pra mais um desabafo e quem sabe um conselho para minhas amigas que de vez em quando se queixam de uma desilusãozinha..
Bom, eu sofri uma dessas desilusões há um tempo e realmente não é nada legal. Choros, promessas de que foi a última vez que me apaixonei, tentativas de mudar o meu jeito em relacionamentos, mas, puf! Eu descobri que a minha felicidade não depende de um cara.. o máximo que ele pode fazer é completar a minha vida. Cada um tem sua vida, não dá pra ficar controlando, obrigando, mandando... acho que as palavras são opinando, conversando, sugerindo.. Certo que num namoro, de vez em quando um ou outro vai renunciar de algo que gosta pra seguir o parceiro(a), mas nada que chegue a abdicar sua vida pra viver a dele.. Foi o que eu aprendi. Outra coisa, #tempo. Isso é muuuuuuuuuuuito clichê: "ah, mas nada como o tempo..". Tempo esse que 1 minuto parece uma eternidade pra quem gosta. Mas aí que entra o que eu falei acima: viva sua vida. Recupere tudo que abdicou quando errou em deixar sua vida pela dele. De repente, de fazendo o que se gosta o tempo flui, flores brotam! hahahahaha :)
Aconteceu comigo... não sei ao certo o motivo exato pelo qual ele quis voltar. Talvez por eu ser linda, maravilhosa, inteligente, absurdamente companheira e carinhosa. (não, não me acho, eu sou.) Mas a verdade é que quando menos se espera, tudo aquilo que você mais espera acontece. Uns chamam de fé, outros de destino, outros nem ao menos sabem diferenciar, como eu, mas apenas acreditam que um dia acontece. E quando as coisas voltam, voltam mais maduras, mais interessantes por conta dos dois saberem como é ter e não ter a pessoa amada.. Uma mágoa não pode ser maior que um sentimento bom. E eu me permiti ser feliz, outra vez. Há quem diga que reatar namoro não vale a pena. Já eu acredito que, como o casal já se conhece, já sabe onde errou, já sabe os pontos fortes e fracos de cada, porque não daria certo? As vezes, sem hipocrisia, bate uma insegurança, porque né.. mas nada que aquele famoso tempo venha te provar que não precisa se sentir volúvel, afinal eu pude sobreviver a um término porque eu sou forte e porque a minha felicidade não depende de ninguém além de mim! Pareço fria, mas a verdade é que me encontro completamente apaixonada outra vez... ♥ Meu sorriso se tornou mais intenso e ele é muito importante pra mim. Quando ele tá perto me descontrai, me faz carinho, me olha de um jeito que ninguém conseguiu fazer.. Quando ele tá longe, ocupa algumas horas dos meus dias, durante minhas atividades, em forma de pensamento, uma lembrança do sorriso dele, da voz dele me chamando de momô. É um sentimento diferente do amor desesperado e doente que eu sentia, é algo mais saudável, maduro e fofo *-* Claro que eu ainda tenho um quê de romântica apaixonada, mas tudo sob controle. Talvez um medinho básico de admitir tudo que vou sentindo, a intensidade com que cresce e se torna um sentimento agressivo, forte, brutal, mas bom, vai se purificando e começando a existir.. talvez também esperando que a recíproca seja verdadeira e cresça gradativamente com o meu coração, bobo e apaixonado, digno de conforto e aconchego, que só nos braços dele, consigo encontrar.
Então, por mais que doa, por mais que machuque o melhor é pensar muito no que se quer acreditar. Por mais que demore, vem. E demora o tempo suficiente pra se aprender com os erros do passado. Daí decida-se: ou se dispõe a perdoar quando a hora H chegar ou se dispõe a esquecer e quando tudo tomar um rumo pra que aconteça novamente, saber dizer um não. O importante é ser feliz, não deixar que sentimentos sejam maiores que a razão, basta não complicar. E pras minhas amigas que andam visitando umas fossas, paciência, calma, força e muuuuuuita distração. Levar a vida como se a pessoa não tivesse existido até ajuda, cês viveram muito mais tempo sem eles que com eles! Aí é só acreditar que uma hora sua felicidade se completa, aparece um outro alguém mais interessante ou a mesma pessoa, mais madura, e tudo se ajeita.
"Tudo volta! E voltam mais bonitas, mais maduras, voltam quando tem de voltar, voltam quando é pra ser.” (Caio Fernando Abreu)
Eu, May, tô muito feliz. Não vou dizer completamente, mas luto dia-a-dia pra ser. Vou me despedindo porque o espírito de psicóloga que baixou em mim já está deixando meu corpo e eu preciso ir patinar! Voltarei em breve postar mais vezes sobre os mais variados assuntos. O blog é meu, faço dele o que bem entender, né?!
Beijos e me twittem ;*
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Ontem e hoje.
Caros.
Esse post para alguns pode parecer bem emo, mas engraçado o fato de que, desde que começou essa maldita modinha ridícula, ninguém mais pode ficar triste, chateada, que vira emo. Desculpem quem achar isso, mas meu sincero, #fuckyou.
Quero aqui apenas escrever como estou me sentindo, apenas mais um desabafo. Sabe quando acontece algo na sua vida que você acaba amadurecendo? Pois, aconteceu na minha, normal. Uma decepção, umas desilusões, sofrimentos.. coisas que te deixam mais forte e com outras perspectivas.
"Algumas coisas, por mais impossíveis e malucas que pareçam, a gente sabe, bem no fundo, que foram feitas para dar certo" Caio Fernando Abreu
O que venho relatar é que, como tudo tem um lado positivo e um negativo, como uma moeda tem dois lados, com esse amadurecinento vêm os elogios, as melhorias, e as reclamações. O pior de tudo é quando você encontra o lado negativo em você mesmo. Do que mesmo eu tô falando? Sempre fui muito comunicativa, onde chegava fazia amizade, embora as vezes não fosse muito fácil alguém fazer amizade comigo. Também sempre fui a "cupida", ajeitando e torcendo por todo mundo e a amiga mais carinhosa que alguém podia ter, a que elogiava mas também dava bronca, a que sentava e ouvia a qualquer hora do dia. E adorava isso... sempre o amor tem que prevalecer, né verdade?! De todos e para todos virei a "gente fina", a amigona, a que merece ser muito feliz, a irmã, etc, etc. Veio então a desilusão, que hoje vejo com um aprendizado a mais. Me tornei mais fria, mais "tô nem aí" pra os problemas dos outros e passei a me importar mais com os meus, porque peraí, sempre fui do tipo de parar o que fazia pra atender algum "May, socorro!". Mas acabou que eu também me pedi socorro. E vi isso como "pensar em mim antes de tudo", alguns chamam de amor próprio, outros até disseram que comecei a confiar em mim. Claro que não me tornei a pior pessoa do mundo, mas venhamos e convenhamos, eu preciso me cuidar, certo? Ainda assim, penso demais nos meus amigos, fazendo o máximo pra vê-los feliz, embora (e esse é o fato que mais me irrita) eles nem metade do que faço, façam por mim, apenas ficam na minha torcida. Parece egoísta, sem nexo, mas sei lá, as vezes quero que alguém seja por mim tanto quanto sou por ele(a).
"Tem coisas que a gente vai deixando de ser e nem percebe" Caio Fernando Abreu.
Muitos reclamam que sentem falta da May menininha, da May atenciosa. Outros agradecem as poucas coisas que fiz em benefício a eles, agora depois de tanta mudança... Eu sei que não sou mais tão frágil, que não acredito tão fácil, que pouca coisa me comove, mas não virei um bicho. Apenas cresci, meio que calejada, diria até traumatizada com alguns errinhos que aconteceram. Por vezes senti falta de mim antes, mas gente, quando eu era muito meiguinha, eu era muito inocente e todo mundo fazia o que queria. Perdoar era fácil. Hoje virei a mejera malvada (brincadeira, para descontrair). Hoje virei menos sentimental e mais racional. E que raiva, mas isso me incomoda as vezes. Queria poder equilibrar, mas não consigo mais ser tão idiota como eu um dia fui.
"Ela é mais do que um sorriso tímido de canto de boca, dos que você sabe que ela soube o que você quis dizer. Ela fala com o coração e sabe que o amor, não é qualquer um que consegue ter. Ela é a sensibilidade de alguém que não entende o que veio fazer nessa vida, mas vive" Caio Fernando Abreu.
Agora, não quero dizer que não tenho sentimentos. Tenho. #óbvio. E hoje me machuquei. Não vou dizer que me machucaram, porque eu fui culpada de ter recebido um #não. Eu sabia que era isso, insisti nem sei porque... acho que por ainda ter um pouco de "bobinha" em mim.... Confuso, não? Evitei por um tempo me magoar, acabei magoando um monte de gente sem querer, mas hoje por um quê de inocência, me feri. Esse é o post mais difícil de escrever. Me baixou uma mistura de Clarice Lispector com Caio Fernando de Abreu. Só que estou me segurando para não parecer mais ainda com eles e parecer mais "emo" ainda. #FAIL. - Mas May, o que aconteceu de verdade? - Desculpem, é ridículo demais para falar. Posso apenas dizer que para mim, tudo tá dando certo, mas um quesito que eu realmente queria que desse, falha cada dia mais e mais... Lado bom de ter mudado: não me levam na conversa fácil. Lado ruim: quando quero algo, tento. Se não dá certo, desisto. (não estou falando de profissão, carreira, estou feliz e certa de que serei uma grande publicitária, me refiro apenas ao tal quesito que citei.). Não era pra ser tão difícil você manter um pouco de sua essência de antes com a maturidade do hoje. Equilibrío no meu dicionário, não se encontra na letra E. Está perdido em alguma letra do alfabeto, que eu ainda não encontrei.
Enfim, melhor que faço é ir dormir. Minhas idéias hoje estão bem confusas, deve ser as cólicas que estão me matando aos poucos e sem querer me prolonguei mais uma vez. Fico por aqui e deixo mais um belo texto de Caio Fernando Abreu, que diz muito de mim. E relevem minha falta de racionalidade hoje, ou senso, ou seja lá o que queiram dizer sobre esse post. Beijos e me twittem! ;*
"Tomara que a gente não desista de ser quem é por nada nem ninguém deste mundo. Que a gente reconheça o poder do outro sem esquecer do nosso. Que as mentiras alheias não confundam nossas verdades, mesmo que as mentiras e as verdades sejam impermanentes.Que friagem nenhuma seja capaz de encabular o nosso calor mais bonito. Que, mesmo quanso estivermos doendo, não percamos de vista nem de sonho a idéia de alegria. Tomara que apesar dos pesares todos, a gente continue tendo valentia suficiente para não abrir mão de se sentir feliz" Caio Fernando de Abreu
quarta-feira, 29 de junho de 2011
May # 5
Lá ia eu. Satisfeita. O cabelo preso em rabo de cavalo, fivelinhas em torno do coque. Um top preto mostrando o físico que um treinamento de 7 anos havia me deixado, e a blusa escrito: May 5. Vários esparadrapos nos dedos para poder bater com mais força, agilidade e tocar melhor ela, a bola. Um short preto com o nome que mais me orgulhava em dizer: Voleyball. Era assim que eu, na minha melhor fase ia feliz pros treinos puxados e preparada para os gritos horrorosos do meu mestre. E eu ia. A menina baixinha, magrinha, que ninguém dava nada, era na quadra uma guerreira, forte, ágil, líder. Meu tênis com amortecedor para proteger o impacto do meu vôo com cortes pesados, para evitar mais dores nos joelhos já apertados por conta do Tensor, aparecessem. Minhas meias brancas subiam as batatinhas da minha perna com minhas joelheiras azuis que eu tanto me orgulhava. Ah! Essas joelheiras que tanto me protegeram. Quem via minhas quedas pensava: essa doeu! Mas não. A menina que nunca foi pro banco, pequenina, era uma gigante nas quadras, titular e líder. Não só quem joga bem mas quem sabe colocar um time pra frente.
E estava lá, eu, posicionada na zona de saque, olhos atentos da arquibancada, banco e adversárias. Meu treinador me fuzilando com os olhos, eu podia imaginar a bronca que ele ia me dar se eu errasse. Na rede, minha levantadora esquematizava todo o sistema do nosso jogo. Por instantes antes do apito, eu imaginava todo aquele povo me admirando por eu ser pequena e grande ao mesmo tempo. Eu era uma proeza. E eis que soa o apito, meu preparo, uma batida na bola no chão, a braço esticado com ela a minha frente e pronto! Jogava ela alto e com uns três passos eu voava. É, eu realmente voava. Saque viagem. Quando aprendi fui a melhor do meu grupo. 18 pontos seguidos, alguns aces, outras bolas estratégicas na linha. Pá! Toda aquela jogava rápida, as posições se ajeitando, eu atrás, na defesa, ia com tudo de encontro ao chão pra não deixar a gorduchinha cair. Quando eu já estava cansada, ou mesmo como tática, o saque era normal, sem o salto. Mas tinha uma marca minha: o arrastado do pé esquerdo, que me rediam sempre um par de tênis novo, já que eu não podia repor sempre o tênis esquerdo. Ponto nosso, o olhar de "não fez mais que sua obrigação" do técnico. Ainda lembro meus amigos gritando: "ão ão ão a May é seleção" Que bobagem, mas eu amava aquilo. Me sentia uma Virna, uma grande jogadora. Quando eu não conseguia pegar, o olhar era de "sua idiota". É, ouvi muitos xingamentos, mas aquilo me motivava. Se ele ficasse calado, era elogio.
Mas a parte que eu mais gostava era o ataque. "Arh!" era isso que eu gritava quando subia pra bater com toda minha força na bola. A sensação de parar no ar foram poucas, mas eu me sentia dessa vez um Giba. Sair detrás e atacar, marcar um ponto, dar uma medalha na adversária, eu tão pequenininha. As vezes riam de mim quando falavam da minha posição: meio de rede. HAHAHAHA, só me restava pintar duas listras pretas no rosto e partir pra batalha. Certo que a rede não era a profissonal, ai até eu riria, mas não era qualquer rede, era alta.. Contudo, muito prazer, eu era a meio de rede, que atacava e bloqueava com muito esforço, com meus bracinhos curtinhos. E a felicidade quando eu impedia a bola passar era tamanha que eu gritava! Eu via que eu surpreendia. Agora sim, tava mostrando que não podiam duvidar do meu tamanho. Me lembro como se fosse hoje e por muito tempo aquilo era de assustar meu sono, aquele grito ensurdecedor do treinador: "bloqueia! bloqueia! bloqueia!" durante 2 horas. Ele sabia que eu tinha potencial para ser meio de rede, meus ataques eram bons, mas e o bloqueio? Eu sentia que a cada grito dele eu crescia 1/2cm pq depois de longos minutos nesse mesmo grito, eu já conseguia encostrar a pontinha do dedo enrolado no esparadrapo na bola. Quando finalmente eu bati a mão nela, o suor escorreu por entre os seios, e pela minha coluna. Um suor frio. Pronto! Agora se eu não acertar num jogo, esse grito vai me deixar louca. E a emoção de estar no jogo e bloquear era tamanha. Toda vez que subia, eu lembrava daquela voz dele, infernizando meus 1,57 de altura.
Em pensar, comecei a jogar na escolinha de Vôley do colégio, me interessei e fui jogar numa escolinha maior, depois seleção, jogos fora, no exterior, que eu nunca pude ir, até porque eu sabia que não ia continuar no voley por muito tempo... Fora os rachas que tinha com a galera. Meus maiores parceiros de jogo foram a Jéssica, que esteve comigo na escolinha desde sempre, a Bruna, que ao meu lado enfrentou muitos jogos no colégio e o Igor Clark, que ainda hoje, raramente, bate uma bolinha comigo. Mas bons tempos eram, quando íamos para um "torneio" aqui perto de casa. Éramos sempre May e Igor, a dupla dinâmica. Eu o admirava tanto. Ele me admirava tanto. Dava certo. Unidos por amor a um esporte... que saudade de outrora de minha vida! Quando terminei meu ensino médio que sai do colégio, fiquei sabendo que haviam várias pessoas que iam para a Educação Física apenas para me ver jogar. Sabem o que é isso? Eu tinha fãs! Lembro de um garoto, Ramon, que na Educação Física se aproximou de mim sempre me perguntando algo sobre voley... depois de um tempo disse que me achava muito bossal, mas que sempre ia me ver jogar até que decidiu que queria jogar voley e queria que eu o ensinasse. Aquilo foi AWESOME!
Vocês podem estar se perguntando: "porque parou de jogar?" A resposta verdadeira eu também não sei. Comecei o 3° ano na intenção de estudar e queria me dedicar. Também sentia umas pontadas no coração, justo na época em que muitos jogadores de futebol faleceram por conta de dores assim... foi um misto de medo e cansaço. Talvez fosse minha hora de deixar as quadras, no anominato mesmo. "Anominato" já que eu tinha alguns fãs. Da escolinha em que eu jogava, eu era a mais nova e a menor em altura. E era sempre a capitã. Por mérito. Nada do que disse aqui foi me gabando, falei porque muitas pessoas me diziam o quanto eu era boa jogadora, eu nunca achei que fosse tanto. Me achava esforçada. Gostava que me olhassem e não desse nada por mim até me verem jogar. Sinto muita saudade, mas enferrujei... o vôley de 7 anos me rendeu dores no joelho, um dedo desmetido que dói até hoje, algumas medalhas e muitas amizades... Pra mim, foi o amor mais puro e verdadeiro, uma relação ímpar, uma terapia, uma satisfação. Eu era a May, meio de rede, número 5. O vôley, é o melhor, o que exige esforço, o número 10 #nota10.
Deixo vocês aqui, com o maior post que já escrevi até hoje, mas com muita dedicação e nostalgia.
Beijo à todos e me twittem ;*
E estava lá, eu, posicionada na zona de saque, olhos atentos da arquibancada, banco e adversárias. Meu treinador me fuzilando com os olhos, eu podia imaginar a bronca que ele ia me dar se eu errasse. Na rede, minha levantadora esquematizava todo o sistema do nosso jogo. Por instantes antes do apito, eu imaginava todo aquele povo me admirando por eu ser pequena e grande ao mesmo tempo. Eu era uma proeza. E eis que soa o apito, meu preparo, uma batida na bola no chão, a braço esticado com ela a minha frente e pronto! Jogava ela alto e com uns três passos eu voava. É, eu realmente voava. Saque viagem. Quando aprendi fui a melhor do meu grupo. 18 pontos seguidos, alguns aces, outras bolas estratégicas na linha. Pá! Toda aquela jogava rápida, as posições se ajeitando, eu atrás, na defesa, ia com tudo de encontro ao chão pra não deixar a gorduchinha cair. Quando eu já estava cansada, ou mesmo como tática, o saque era normal, sem o salto. Mas tinha uma marca minha: o arrastado do pé esquerdo, que me rediam sempre um par de tênis novo, já que eu não podia repor sempre o tênis esquerdo. Ponto nosso, o olhar de "não fez mais que sua obrigação" do técnico. Ainda lembro meus amigos gritando: "ão ão ão a May é seleção" Que bobagem, mas eu amava aquilo. Me sentia uma Virna, uma grande jogadora. Quando eu não conseguia pegar, o olhar era de "sua idiota". É, ouvi muitos xingamentos, mas aquilo me motivava. Se ele ficasse calado, era elogio.
Mas a parte que eu mais gostava era o ataque. "Arh!" era isso que eu gritava quando subia pra bater com toda minha força na bola. A sensação de parar no ar foram poucas, mas eu me sentia dessa vez um Giba. Sair detrás e atacar, marcar um ponto, dar uma medalha na adversária, eu tão pequenininha. As vezes riam de mim quando falavam da minha posição: meio de rede. HAHAHAHA, só me restava pintar duas listras pretas no rosto e partir pra batalha. Certo que a rede não era a profissonal, ai até eu riria, mas não era qualquer rede, era alta.. Contudo, muito prazer, eu era a meio de rede, que atacava e bloqueava com muito esforço, com meus bracinhos curtinhos. E a felicidade quando eu impedia a bola passar era tamanha que eu gritava! Eu via que eu surpreendia. Agora sim, tava mostrando que não podiam duvidar do meu tamanho. Me lembro como se fosse hoje e por muito tempo aquilo era de assustar meu sono, aquele grito ensurdecedor do treinador: "bloqueia! bloqueia! bloqueia!" durante 2 horas. Ele sabia que eu tinha potencial para ser meio de rede, meus ataques eram bons, mas e o bloqueio? Eu sentia que a cada grito dele eu crescia 1/2cm pq depois de longos minutos nesse mesmo grito, eu já conseguia encostrar a pontinha do dedo enrolado no esparadrapo na bola. Quando finalmente eu bati a mão nela, o suor escorreu por entre os seios, e pela minha coluna. Um suor frio. Pronto! Agora se eu não acertar num jogo, esse grito vai me deixar louca. E a emoção de estar no jogo e bloquear era tamanha. Toda vez que subia, eu lembrava daquela voz dele, infernizando meus 1,57 de altura.Em pensar, comecei a jogar na escolinha de Vôley do colégio, me interessei e fui jogar numa escolinha maior, depois seleção, jogos fora, no exterior, que eu nunca pude ir, até porque eu sabia que não ia continuar no voley por muito tempo... Fora os rachas que tinha com a galera. Meus maiores parceiros de jogo foram a Jéssica, que esteve comigo na escolinha desde sempre, a Bruna, que ao meu lado enfrentou muitos jogos no colégio e o Igor Clark, que ainda hoje, raramente, bate uma bolinha comigo. Mas bons tempos eram, quando íamos para um "torneio" aqui perto de casa. Éramos sempre May e Igor, a dupla dinâmica. Eu o admirava tanto. Ele me admirava tanto. Dava certo. Unidos por amor a um esporte... que saudade de outrora de minha vida! Quando terminei meu ensino médio que sai do colégio, fiquei sabendo que haviam várias pessoas que iam para a Educação Física apenas para me ver jogar. Sabem o que é isso? Eu tinha fãs! Lembro de um garoto, Ramon, que na Educação Física se aproximou de mim sempre me perguntando algo sobre voley... depois de um tempo disse que me achava muito bossal, mas que sempre ia me ver jogar até que decidiu que queria jogar voley e queria que eu o ensinasse. Aquilo foi AWESOME!
Vocês podem estar se perguntando: "porque parou de jogar?" A resposta verdadeira eu também não sei. Comecei o 3° ano na intenção de estudar e queria me dedicar. Também sentia umas pontadas no coração, justo na época em que muitos jogadores de futebol faleceram por conta de dores assim... foi um misto de medo e cansaço. Talvez fosse minha hora de deixar as quadras, no anominato mesmo. "Anominato" já que eu tinha alguns fãs. Da escolinha em que eu jogava, eu era a mais nova e a menor em altura. E era sempre a capitã. Por mérito. Nada do que disse aqui foi me gabando, falei porque muitas pessoas me diziam o quanto eu era boa jogadora, eu nunca achei que fosse tanto. Me achava esforçada. Gostava que me olhassem e não desse nada por mim até me verem jogar. Sinto muita saudade, mas enferrujei... o vôley de 7 anos me rendeu dores no joelho, um dedo desmetido que dói até hoje, algumas medalhas e muitas amizades... Pra mim, foi o amor mais puro e verdadeiro, uma relação ímpar, uma terapia, uma satisfação. Eu era a May, meio de rede, número 5. O vôley, é o melhor, o que exige esforço, o número 10 #nota10.
Deixo vocês aqui, com o maior post que já escrevi até hoje, mas com muita dedicação e nostalgia.
Beijo à todos e me twittem ;*
domingo, 19 de junho de 2011
"Desconfie do destino, acredite em você.."
Já dizia meu querido Luiz Fernando Veríssimo:
"Desconfie do destino e acredite em você". (você, você, você, você...)
Não sei, as vezes eu não pareço a melhor pessoa do mundo, mas se eu não acreditar em mim, quem acreditará?Vos confirmo meus caros, até seus melhores amigos um dia te magoam de certa forma que você fica sem entender como e porque... Ai é que te vem o sentimento de mágoa e de "eu sou forte, eu posso me virar só". E em mim mais ainda, depois de uma sucessão de acontecimentos desde o ano passado (2010) até agora, eu tenho alimentado uma dose de orgulho e desapego que só Caio Fernando de Abreu me entenderia! Mas em algumas ocasiões é difícil agir rápido e abstrair esses fatos.
Venho aqui mais uma vez para um desabafo. Estou extremamente chateada com uma situação ridícula que me aconteceu. Imaginem que um grande amigo seu arranja uma parceira e essa tem tanto ciúme que ele passa a te "renegar". Digamos que vocês tenham uma amizade de muuuuuitos anos e por causa de uma paranóia você simplesmente é excluída.. Imaginou? Pois é pior que isso... Não vou entrar em detalhes aqui por questão de ética e até porque seria expor mais ainda a minha vida pessoal e de outrem... Mas se até seu braço direito faz isso com você, o que se pode esperar de outras pessoas?
Por esse motivo, "desconfio do destino e acredito apenas em mim". Agora entendem o nome do meu blog?
Que quer dizer: Seja você. Acredite em si mesma.
Minha mágoa e raiva já estão até passando com esse desabafo, mas não quer dizer que eu esqueci essa petulância e amanhã estarei com um sorriso aberto para vocês sabem quem... e acho que esse blog será meu melhor amigo, já que eu gosto de tudo que penso e escrevo. Logo, não vou entrar em um conflito tão ridículo comigo mesma. E creio que o blog não tentará me ferir mesmo que sem querer.
Me despeço com um pouco de raiva ainda mas mais leve por ter compartilhado isso. Nada que uma boa noite de sono e um domingo cheio para que eu me abstenha de tudo que me faz mal. Vivendo e aprendendo...
http://ilove.terra.com.br/serena/mensagens/voce.asp
"...Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte..." Shakespeare
Beijos e me twittem ;*
(O real motivo desse post foi para desabafar uma mágoa. Não sei o que será depois do que aconteceu hoje, não descrevi tudo, mas magoou e impressionou demais. E também porque eu "descobri que se leva anos para se construir confiança e apenas segundos para destruí-la...". Não que a palavra certa seja confiança, mas sei lá, prioridades, compromisso, ponderação, sensatez.. whatever!)
"Desconfie do destino e acredite em você". (você, você, você, você...)
Não sei, as vezes eu não pareço a melhor pessoa do mundo, mas se eu não acreditar em mim, quem acreditará?Vos confirmo meus caros, até seus melhores amigos um dia te magoam de certa forma que você fica sem entender como e porque... Ai é que te vem o sentimento de mágoa e de "eu sou forte, eu posso me virar só". E em mim mais ainda, depois de uma sucessão de acontecimentos desde o ano passado (2010) até agora, eu tenho alimentado uma dose de orgulho e desapego que só Caio Fernando de Abreu me entenderia! Mas em algumas ocasiões é difícil agir rápido e abstrair esses fatos.
Venho aqui mais uma vez para um desabafo. Estou extremamente chateada com uma situação ridícula que me aconteceu. Imaginem que um grande amigo seu arranja uma parceira e essa tem tanto ciúme que ele passa a te "renegar". Digamos que vocês tenham uma amizade de muuuuuitos anos e por causa de uma paranóia você simplesmente é excluída.. Imaginou? Pois é pior que isso... Não vou entrar em detalhes aqui por questão de ética e até porque seria expor mais ainda a minha vida pessoal e de outrem... Mas se até seu braço direito faz isso com você, o que se pode esperar de outras pessoas?
Por esse motivo, "desconfio do destino e acredito apenas em mim". Agora entendem o nome do meu blog?
Que quer dizer: Seja você. Acredite em si mesma.
Minha mágoa e raiva já estão até passando com esse desabafo, mas não quer dizer que eu esqueci essa petulância e amanhã estarei com um sorriso aberto para vocês sabem quem... e acho que esse blog será meu melhor amigo, já que eu gosto de tudo que penso e escrevo. Logo, não vou entrar em um conflito tão ridículo comigo mesma. E creio que o blog não tentará me ferir mesmo que sem querer.
Me despeço com um pouco de raiva ainda mas mais leve por ter compartilhado isso. Nada que uma boa noite de sono e um domingo cheio para que eu me abstenha de tudo que me faz mal. Vivendo e aprendendo...
http://ilove.terra.com.br/serena/mensagens/voce.asp
"...Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte..." Shakespeare
Beijos e me twittem ;*
(O real motivo desse post foi para desabafar uma mágoa. Não sei o que será depois do que aconteceu hoje, não descrevi tudo, mas magoou e impressionou demais. E também porque eu "descobri que se leva anos para se construir confiança e apenas segundos para destruí-la...". Não que a palavra certa seja confiança, mas sei lá, prioridades, compromisso, ponderação, sensatez.. whatever!)
terça-feira, 24 de maio de 2011
Timidez à flor do...bumbo?
Booooa noite!
Osvaldo Freitas. Baterista da banda GRIS, quando o conheci ele era apenas o amigo de amigos. Segundo meus cálculos o conheço desde 2008, quando conheci a galera da banda. Amizade, amizade mesmo só viemos a ter desde o começo do ano, quando uma sucessão de fatos nos aproximaram.
Dedico esse post à um amigo meu que a um tempo postou sobre mim em seu blog (depois vos passo o endereço dele). Para retribuir e também para expressar meu carinho vou tentar apresentá-lo à vocês.
Osvaldo Freitas. Baterista da banda GRIS, quando o conheci ele era apenas o amigo de amigos. Segundo meus cálculos o conheço desde 2008, quando conheci a galera da banda. Amizade, amizade mesmo só viemos a ter desde o começo do ano, quando uma sucessão de fatos nos aproximaram. De princípio quero que saibam que ele é uma figura. Não dá de maneira nenhuma para ficar séria ao lado dele. Qualquer coisa que ele fale, por mais besteira que seja, dá vontade de rir. E se caso uma tal de "dança do ombro" bombar no Youtube, ao som de Capim Cubano, tenho a honra de dizer que a invenção foi dele.
Sabe aquela amizade delicada que vai se aconchegando aos poucos e de repente BUM! vira um amigão? Não entendo como aconteceu, mas está aí. Apesar da piada besta com o meu tamanho (piada que ele fez em seu blog), eu gosto quando ele solta as pérolas dele, com aquele jeito tímido, meninão, para ele tá sempre tudo bem... pelo menos é o que parece. E meninas, sabe uma grande qualidade dele? Respeitador demais. Eu daria uma alerta a ele, que respeito demais cansa, mas quem sou eu pra falar isso? (não, não sou uma safadinha, é na amizade que eu tô falando heim =P ). Ele vive dizendo que ele é mal, mas de mal ele num tem nada, e na verdade é dono de um sorriso lindo e de uma personalidade única. Pra você ser mal, tem que nascer de novo (e de novo +1)
Outro detalhe sobre ele, gosta muito de rock e é um dos principais responsáveis por eu começar a gostar de bandas como Metallica, por exemplo. Admiro muito quando ele arrasa na bateria (que meus amores, é um instrumento o qual eu sou apaixonada, mas por não ter um pingo de coordenação motora, ainda não me dispus a aprender... sou um #desastre)
Odeio me prolongar demais. Mas me empolgo escrevendo, seja lá sobre o que for. E você, senhor Osvaldo, quero que saiba que eu te admiro imensamente. Acredito bastante em você e espero amizade longa entre nós. Se aconteceu algum mal entendido entre nós, espero também que já tenha sido resolvido. Torço bastante por você, como sua amiga prometo evitar qualquer coisa que te faça mal e te perdou pelas vezes que você me corrige (mal e mau) no msn. --' Sem você a turma seria diferente, afinal de contas, de quem seriam os bordões que mais imitaríamos? (um deles e na minha opinião o mais chato e ao mesmo tempo engraçado de todos dependendo da situação é o famoso "RELAXE!"
Fico por aqui, mas quem sabe hoje não sai outro post.. estou pensando aqui em postar sobre uma banda que eu sou looooooooooouca de apaixonada. Em breve saberão qual é. Me despeço deixando uma mensagem pessoal pro meu amigo Osvaldão:
"I am phoda. You're not" hahahahahahahahaha ;) Piada interna gente, relevem!
Blog do Osvaldo: http://osvaldrums.blogspot.com/
Twitter: http://twitter.com/#!/OsvaldoGRIS
Blog do Osvaldo: http://osvaldrums.blogspot.com/
Twitter: http://twitter.com/#!/OsvaldoGRIS
Beijo a todos e me twittem =)
"Aquele homem louco, que mora logo ao lado... ♪"
Amigos!
Agora vos trago um post sobre uma banda que a um certo tempo eu venho acompanhando o trabalho deles de perto. Desde 2008, quando eu os conheci, eu vejo o esforço deles para buscar o melhor para suas músicas, shows, etc. Não vou puxar saco de ninguém só porque são meus amigos.
GRIS é uma banda alternativa que existe desde 2007. Começaram com cover da banda britânica Radiohead, mas apenas para que os membros se entrosassem. Depois disso, passaram a se dedicar mais em seu trabalho autoral. Gravaram o primeiro cd "Registro" a meados de 2008/2009, que por sinal é um ótimo cd, bem original desde a capa até a última música. Também postaram no youtube o videoclip da música principal de trabalho, "Ao Lado" que em poucas horas tinha mais de mil visualizações! E não é mentira, eu estava lá ajudando a divulgar enquanto o número de visualizações só aumentava =) Também conseguiram inserir o vídeo na MTV, privilégio que muitas bandas ainda não conseguiram.
Particularmente, eu curto muito o som da banda. Acredito no talento de todos eles. É uma pena que o Ceará seja tão fechado para bandas de rock autoral (ou alternativo). Autoral aqui só faz sucesso se o assunto for bunda. Não tô afirmando que aqui não tem oportunidade, ter tem, mas são tantas bandas que aí já viu...
Geralmente eles tocam no Bar Altas Horas, aqui em Fortaleza e divulgamos sempre através do twitter, facebook e orkut. Quem quiser conferir mais um pouco do som da banda, vou deixar os links aqui.
●Facebook: http://www.facebook.com/profile.php?id=100000397423310
●Orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=11558322870733445529
http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=73732321
●Twitter: @ogris
●Palco MP3 GRIS: http://palcomp3.com/gris
●YouTube GRIS: http://www.youtube.com/grisvideo
Me despeço aqui mas deixo com vocês dois vídeos caseiros que eu fiz em uma das apresentações da banda. São músicas que eu adoro. Uma delas estará no próximo álbum. Aguardem!
Agora vos trago um post sobre uma banda que a um certo tempo eu venho acompanhando o trabalho deles de perto. Desde 2008, quando eu os conheci, eu vejo o esforço deles para buscar o melhor para suas músicas, shows, etc. Não vou puxar saco de ninguém só porque são meus amigos.
GRIS é uma banda alternativa que existe desde 2007. Começaram com cover da banda britânica Radiohead, mas apenas para que os membros se entrosassem. Depois disso, passaram a se dedicar mais em seu trabalho autoral. Gravaram o primeiro cd "Registro" a meados de 2008/2009, que por sinal é um ótimo cd, bem original desde a capa até a última música. Também postaram no youtube o videoclip da música principal de trabalho, "Ao Lado" que em poucas horas tinha mais de mil visualizações! E não é mentira, eu estava lá ajudando a divulgar enquanto o número de visualizações só aumentava =) Também conseguiram inserir o vídeo na MTV, privilégio que muitas bandas ainda não conseguiram.
"Aquele homem louco, que mora logo ao lado... ♪"
Particularmente, eu curto muito o som da banda. Acredito no talento de todos eles. É uma pena que o Ceará seja tão fechado para bandas de rock autoral (ou alternativo). Autoral aqui só faz sucesso se o assunto for bunda. Não tô afirmando que aqui não tem oportunidade, ter tem, mas são tantas bandas que aí já viu...
Geralmente eles tocam no Bar Altas Horas, aqui em Fortaleza e divulgamos sempre através do twitter, facebook e orkut. Quem quiser conferir mais um pouco do som da banda, vou deixar os links aqui.
●Facebook: http://www.facebook.com/profile.php?id=100000397423310
●Orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=11558322870733445529
http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=73732321
●Twitter: @ogris
●Palco MP3 GRIS: http://palcomp3.com/gris
●YouTube GRIS: http://www.youtube.com/grisvideo
Me despeço aqui mas deixo com vocês dois vídeos caseiros que eu fiz em uma das apresentações da banda. São músicas que eu adoro. Uma delas estará no próximo álbum. Aguardem!
3ª faixa do cd Registro. Música: Velho Caso.
Música de trabalho para o próximo álbum. Música: Barco de Papel.
Beijos e me twitem! Agora vou ali ouvir mais Gris...
"Quando eu falar o que pensei, não ouça, e se falei foi sem pensar..." (vai entender quem adquirir o cd ou escutar palco mp3)
Amizade mais antiga ;)
Oi guys!
Eu não sei se é porque meu aniversário se aproxima ou se eu realmente sou sentimental assim (na verdade sou, mas tô me curando desse mal) mas sexta passada, dia 20/05/2011 meu primo e grande amigo compartilhou comigo um vídeo que, meus amados, É MUITO FOFO *-* (o vídeo, claro ;])
Fernando Septimus... meu amigo de infância. Nos conhecemos a exatos 21 anos (não, não sou velha, vou completar 22 ainda) , quando eu comecei a "me entender por gente". E desde então temos muitas histórias para contar. Já deixamos de nos falar, já brigamos feio, já nos distanciamos, já estivemos um ao lado do outro quando estávamos mal. E hoje em dia somos um grude. Nesse tempo todo já perdi as contas de quantas risadas demos, gargalhadas que me fizeram chorar e passado alguns dias, se eu me lembrasse dos fatos engraçados, eram mais risadas! Sem ele, muita coisa seria diferente na minha história (calma, não chorem!)
Então ele me mandou pelo facebook essa singela homenagem... Um vídeo ao som do gatíssimo Bruno Mars - Count on Me - e os seguintes dizeres:
"Olha que linda música.. de mim pra tu, de presente.. lembrei de ti quando vi a letra, Amu tu" (ownn ♥)
Confiram o vídeo:
Eu não sei se é porque meu aniversário se aproxima ou se eu realmente sou sentimental assim (na verdade sou, mas tô me curando desse mal) mas sexta passada, dia 20/05/2011 meu primo e grande amigo compartilhou comigo um vídeo que, meus amados, É MUITO FOFO *-* (o vídeo, claro ;])
Fernando Septimus... meu amigo de infância. Nos conhecemos a exatos 21 anos (não, não sou velha, vou completar 22 ainda) , quando eu comecei a "me entender por gente". E desde então temos muitas histórias para contar. Já deixamos de nos falar, já brigamos feio, já nos distanciamos, já estivemos um ao lado do outro quando estávamos mal. E hoje em dia somos um grude. Nesse tempo todo já perdi as contas de quantas risadas demos, gargalhadas que me fizeram chorar e passado alguns dias, se eu me lembrasse dos fatos engraçados, eram mais risadas! Sem ele, muita coisa seria diferente na minha história (calma, não chorem!)Então ele me mandou pelo facebook essa singela homenagem... Um vídeo ao som do gatíssimo Bruno Mars - Count on Me - e os seguintes dizeres:
"Olha que linda música.. de mim pra tu, de presente.. lembrei de ti quando vi a letra, Amu tu" (ownn ♥)
Confiram o vídeo:
Num é fofo? =) (Septimus, seu lindo, adorei o vídeo, amo tu também!)
É isso meus amados, queria compartilhar sobre carinho e amizade verdadeira. Em breve mais posts! Tenho muito para falar, assuntos variados, sobre meus amigos, pensamentos.. Só de pensar já me perco! =)
Beijos e me twitem ;*
"Isso é uns absurdos ou Isso são um absurdos?"
Heey galera!
"Sábado passados eu e meus amigo fumo tudo comprar os material pra fazermos cachorros quente pra nóis comermos.." Ficou chata a leitura, né?! Mas segundo o MEC, minha frase está correta gramaticalmente falando!
Não pensem de antemão que eu sou uma ativista que luta por tudo que eu acho certo e nem que sou a certinha. Longe disso. (se bem que poderia começar a ser uma ativista sim, já que o Brasil tá me dando náuseas em alguns assuntos, enfim..) Mas porra... Assistindo o #CQC ontem, dia 23/05/2011, vi uma reportagem sobre a cartilha do MEC, que vinha com erros gramaticais seríssimos e pior ainda, a explicação desses erros... PUTA MERDA!
Antes fosse apenas erro de digitação, mas não, o Ministério de Educação alega que está ensinando para nossas crianças a linguagem popular, misturando plural e singular e vice e versa, isso já nem importa mais. E aí, brasileiro, que que você acha disso? Não esqueça que essas crianças são nosso FUTURO. Muita gente aí foi contra o Lula porque ele era semi analfabeto, então no futuro não teremos mais presidentes, correto? Porque se depender das benditas cartilhas do MEC, ninguém aprenderá mais as concordâncias certas.
Não estou afirmando que linguagem coloquial é errado, no dia-a-dia é normal engolirmos algumas letras, correria, fazer o que?! Mas aprender assim? ALÔ! Paciência. Nos preocuparemos se nosso futebol não estiver dentre os primeiros melhores, mas só lembrando que nosso nível de alfabetização está em 90° colocado... (mas o que esperar de um país onde você é considerado alfabetizado se souber escrever pelo menos seu nome?) Pelo amor de Deus, já estão fazendo até os brasileirinhos de palhaços. Daqui a pouco o dicionário vai agregar mais uma palavra com novo sinônimo: Brasil: sin.: MERDA.
E se cê acha que já passou da fase da escola e não tem com o que se preocupar, não esqueça que o MEC também é responsável por legalizar faculdades em todo o território circense brasileiro.
OBS: Em breve eu posto o vídeo do CQC aqui para que vocês vejam a reportagem. E vou terminar com um tweet do blog do CQC, méritos para eles:
"O #CQC adverte: estudar com a cartilha do MEC pode ser prejudicial a saúde intelectual."
Beijo a todos e me twitem ;*
"Sábado passados eu e meus amigo fumo tudo comprar os material pra fazermos cachorros quente pra nóis comermos.." Ficou chata a leitura, né?! Mas segundo o MEC, minha frase está correta gramaticalmente falando!
Não pensem de antemão que eu sou uma ativista que luta por tudo que eu acho certo e nem que sou a certinha. Longe disso. (se bem que poderia começar a ser uma ativista sim, já que o Brasil tá me dando náuseas em alguns assuntos, enfim..) Mas porra... Assistindo o #CQC ontem, dia 23/05/2011, vi uma reportagem sobre a cartilha do MEC, que vinha com erros gramaticais seríssimos e pior ainda, a explicação desses erros... PUTA MERDA!
Antes fosse apenas erro de digitação, mas não, o Ministério de Educação alega que está ensinando para nossas crianças a linguagem popular, misturando plural e singular e vice e versa, isso já nem importa mais. E aí, brasileiro, que que você acha disso? Não esqueça que essas crianças são nosso FUTURO. Muita gente aí foi contra o Lula porque ele era semi analfabeto, então no futuro não teremos mais presidentes, correto? Porque se depender das benditas cartilhas do MEC, ninguém aprenderá mais as concordâncias certas.
Não estou afirmando que linguagem coloquial é errado, no dia-a-dia é normal engolirmos algumas letras, correria, fazer o que?! Mas aprender assim? ALÔ! Paciência. Nos preocuparemos se nosso futebol não estiver dentre os primeiros melhores, mas só lembrando que nosso nível de alfabetização está em 90° colocado... (mas o que esperar de um país onde você é considerado alfabetizado se souber escrever pelo menos seu nome?) Pelo amor de Deus, já estão fazendo até os brasileirinhos de palhaços. Daqui a pouco o dicionário vai agregar mais uma palavra com novo sinônimo: Brasil: sin.: MERDA.
E se cê acha que já passou da fase da escola e não tem com o que se preocupar, não esqueça que o MEC também é responsável por legalizar faculdades em todo o território circense brasileiro.
OBS: Em breve eu posto o vídeo do CQC aqui para que vocês vejam a reportagem. E vou terminar com um tweet do blog do CQC, méritos para eles:
"O #CQC adverte: estudar com a cartilha do MEC pode ser prejudicial a saúde intelectual."
Beijo a todos e me twitem ;*
sábado, 30 de abril de 2011
OsvalDrums: À Mesquita.
OsvalDrums: À Mesquita.: "Prezados, Divido com vocês esse post sobre a pessoa que me deu a idéia de criar o blog. Falo de Mayara Mesquita Zambelli, a autarquia que..."
Pontapé inicial
Bom, foi de repente! Eu sempre tive vontade de ter um blog, já que eu adoro escrever, mas me faltava a coragem. Incentivar é fácil, tanto que meu amigo Osvaldo Freitas (http://twitter.com/#!/OsvaldoGRIS) acabou criando um. Mas, e eu? Confesso que ao ler o dele, a minha vontade foi surgindo e tcharam! Eis aqui!
Tudo que me interessar estará aqui. Comentários sobre meus filmes e bandas favoritas, homenagens, trechos de poesias dos meus mais amados escritores, imagens, vídeos, conteúdos de publicidade, enfim, tudo que eu puder estar compartilhando. Se gostar ou até que não goste, segue. Críticas são bem vindas, elogios mais ainda!
Detalhe: eu pensei que era fácil quando vi o blog do Osvaldo, hahaha ;) Mas exige um pouquinho! E vamo lá...
Até o próximo post, beijo!
Tudo que me interessar estará aqui. Comentários sobre meus filmes e bandas favoritas, homenagens, trechos de poesias dos meus mais amados escritores, imagens, vídeos, conteúdos de publicidade, enfim, tudo que eu puder estar compartilhando. Se gostar ou até que não goste, segue. Críticas são bem vindas, elogios mais ainda!
Detalhe: eu pensei que era fácil quando vi o blog do Osvaldo, hahaha ;) Mas exige um pouquinho! E vamo lá...
Até o próximo post, beijo!
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